O conceito de sensibilização central é essencial no manejo de dores crônicas. Nesse episódio eu abordo um artigo que avalia o papel da Sensibilização Central na resposta ao tratamento com ibuprofeno+paracetamol para osteoartrite de joelho. Eu exploro o que é e como identificar a sensibilização central. Após a discussão do artigo falo resumidamente de como tratar esses casos.

Referências:

1- Petersen et al. Mechanistic pain profiling as a tool to predict the efficacy of 3-week nonsteroidal anti- inflammatory drugs plus paracetamol in patients with painful knee osteoarthritis. Pain. 2019 Feb;160(2):486-492. doi: 10.1097/j.pain.0000000000001427.

O Linfedema, conforme falado no episódio #2, não tem muitas opções de tratamento conservador. Nesse episódio eu trago um artigo que avalia a eficácia do Bloqueio do Gânglio Estrelado no tratamento Linfedema. O artigo analisa também se há parâmetros da Linfocintilografia que poderiam ser usados de parâmetro na escolha do tratamento.

Referências:

1 – Seo et al. The New Possibility of Lymphoscintigraphy to Guide a Clinical Treatment for Lymphedema in Patient With Breast Cancer. Clin Nucl Med. 2019 Mar;44(3):179-185. doi: 10.1097/RLU.0000000000002443.

Transtornos de comportamento são uma das principais causas de incapacidade em pacientes com traumatismo cranio-encefálico (TCE). Nesse episódio eu discuto as opções farmacológicas para o tratamento dessas alterações, baseado numa Revisão Sistemática da SOFMER. Desculpem a minha voz, tinha acabado de gravar o 4o episódio em sequência. Ah, e quando eu menciono as doses de B-bloqueador, estou falando do propranolol.

Referencias

1-Plantier et al. Annals of Physical and Rehabilitation Medicine 59 (2016) 42–57

2. Liepert et al. Curr Opin Neurol 2016, 29:700–705

 

As opções para ganho motor em pacientes com lesão medular crônica são limitadas. Nesse episódio eu discuto sobre uma série de casos publicada no New England sobre o efeito de Estimulação Elétrica Epidural em pacientes C5-T4 AIS A ou B, e recuperação da marcha em 2 deles.
Referências:
-Angeli CA et al. Recovery of Over-Ground Walking after Chronic Motor Complete Spinal Cord Injury. N Engl J Med. 2018 Sep 27;379(13):1244-1250. doi: 10.1056/NEJMoa1803588. Epub 2018 Sep 24.

O uso de terapia de supressão hormonal (ou supressão androgênica) é bastante importante no câncer de próstata. Porém, ela causa diversos efeitos colaterais, dentre eles a perda de massa muscular e óssea. O exercício já um tratamento comprovado para essas alterações. Porém, havia uma dúvida se o tempo de início de exercício (imediato ou após 6m de terapia) influenciaria essa composição corporal. O estudo de Taaffe et al fez essa análise, e é dele que falo nesse episódio.

 

Referências:

Taaffe DR et at. Immediate versus delayed exercise in men initiating androgen deprivation: effects on bone density and soft tissue composition. BJU Int. 2018 Sep 21. doi: 10.1111/bju.14505. [Epub ahead of print]

O uso de Canabinóides tem ficado muito popular ultimamente. Diversas decisões judiciais e da ANVISA recentemente ampliaram o acesso dos brasileiros a essas medicações.

Nesse episódio eu não abordo questões éticas ou legais. Abordo apenas o funcionamento do Sistema Endocanabinóide, assim como o racional científico por trás dos canabinóides exógenos, bem como a evidência no tratamento de Dor, Espasticidade e Náuseas.

 

Referências

  • Mol Brain. 2018 Sep 17;11(1):51. doi: 10.1186/s13041-018-0395-2
  • Borgelt LM, Franson KL, Nussbaum AM, Wang GS. 2013. The pharmacologic and clinical effects of medical cannabis. Pharmacotherapy. 33(2):195-209
  • Carter GT, Weydt P, Kyashna-Tocha M, Abrams DI. 2004. Medicinal cannabis: Rational guidelines for dosing. Drugs. 7:464-470.
  • Huestis MA. 2007. Human cannabinoid pharmacokinetics. Chem Biodivers. 4(8):1770-804.
  • J Ethnopharmacol. 2018 Dec 5;227:300-315. doi: 10.1016/j.jep.2018.09.004. Epub 2018 Sep 8.
  • Rice, J., & Cameron, M. (2018). Cannabinoids for Treatment of MS Symptoms: State of the Evidence. Current Neurology and Neuroscience Reports, 18(8). doi:10.1007/s11910-018-0859-x
  • Cannabinoids for Medical Use: A Systematic Review and Meta-analysis. JAMA. 2015 Jun 23-30;313(24):2456-73. doi: 10.1001/jama.2015.6358.
  • Evaluating Sativex® in Neuropathic Pain Management: A Clinical and Neurophysiological Assessment in Multiple Sclerosis. Pain Med. 2016 Jun;17(6):1145-54. doi: 10.1093/pm/pnv080. Epub 2016 Jan 13.
  • Cannabidiol modulates serotonergic transmission and prevents allodynia and anxiety-like behavior in a model of neuropathic pain. Pain. 2018 Aug 27. doi: 10.1097/j.pain.0000000000001386. [Epub ahead of print]

Nem todo opióide igual. Nesse episódio eu discuto a farmacologia básica dos opióides, e algumas características que diferenciam as medicações entre si. Com isso, espero que você tenha mais facilidade para selecionar a melhor terapia para o seu paciente.

Nesse episódio eu decidi variar um pouco o modelo do episódio. Apresento um caso clínico sobre Lombalgia em um paciente com Câncer de Próstata, com foco nos diagnósticos diferenciais (metástases ósseas, dor discogênica, dor miofascial.

Esse caso faz parte da aula que eu darei em 04/10/2018 no Simpósio Paulista de Dor (https://www.simposiopaulistadedor.com.br/simposio/2018/), com tema “Dor preexistente e dor relacionada ao câncer”.

 

O uso de anti-inflamatórios é muito comum no manejo de patologias musculo-esqueléticas. No geral, a eficácia dos AINEs é semelhante, e a sua escolha se baseia em perfil de efeitos colaterais, preço e posologia.

Nesse episódio eu trago um estudo importantíssimo publicado no BMJ dessa semana, que se chama “Diclofenac use and cardiovascular risks: series of nationwide cohort studies”.

 

Referêncuas

  1. Schmidt et al. Diclofenac use and cardiovascular risks: series of nationwide cohort studies BMJ 2018; 362
  2. Capone ML et al. Pharmacodynamic of cyclooxygenase inhibitors in humans. Prostaglandins Other Lipid Mediat. 2007 Jan;82(1-4):85-94. Epub 2006 Jul 3.
  3. Van Hecken A et al. Comparative inhibitory activity of rofecoxib, meloxicam, diclofenac, ibuprofen, and naproxen on COX-2 versus COX-1 in healthy volunteers. J Clin Pharmacol. 2000 Oct;40(10):1109-20.
  4. Holt RJ et al. Bioequivalence of diclofenac sodium 2% and 1.5% topical solutions relative to oral diclofenac sodium in healthy volunteers. Postgrad Med. 2015 Aug;127(6):581-90. doi: 10.1080/00325481.2015.1058689. Epub 2015 Jun 16.
  5. Moreira SA. Diclofenac systemic bioavailability of a topical 1% diclofenac + 3% menthol combination gel vs. an oral diclofenac tablet in healthy volunteers: a randomized, open-label, crossover study Int J Clin Pharmacol Ther. 2017 Apr;55(4):368-372. doi: 10.5414/CP202753.

Quais as melhores opções para infiltrações em pacientes com tendinopatia do manguito rotador? Nesse episódio eu analiso a Meta-Análise em Rede publicado por Lin et al no Arch Phys Med Rehabil, e discuto sobre metodologia em Revisão Sistemática e Meta-Análise.

 

Referências:

  1. Lin M-T et al.  Comparative Effectiveness of Injection Therapies in Rotator Cuff Tendinopathy: A Systematic Review, Pairwise and Network Meta-analysis of Randomized Controlled Trials. Arch Phys Med Rehabil(2018), doi: 10.1016/j.apmr.2018.06.028.
  2. Bertrand H et al. Dextrose Prolotherapy Versus Control Injections in Painful Rotator Cuff Tendinopathy. Arch Phys Med Rehabil. 2016 Jan;97(1):17-25. doi: 10.1016/j.apmr.2015.08.412. Epub 2015 Aug 22.